Df Sinuca

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA PARA SUA ÁREA DE LAZER!

Par e Ímpar

Artigo 1º

Serão usadas uma bola branca, identificada por “tacadeira”, e quatorze bolas coloridas numeradas de 2 a 15, identificadas e divididas em dois grupos:a.    das bolas de números ímpares; e,
b.    das bolas de números pares.

Artigo 2º

Para posicionamentos de bolas, serão respectivamente identificados como:a.    “marca inferior”: o ponto coincidente com o centro da linha reta do semicírculo “D”;
b.    “marca superior”: o ponto coincidente com o centro do campo de jogo superior, no cruzamento das linhas imaginárias que unem as caçapas 2 e 4 e as 3 e 5;
c.    “área de saída”: aquela compreendida entre a tabela inferior e a linha reta do semicírculo “D”, considerando o seu prolongamento até as tabelas laterais.

tabela inferior
1                    6




2                    5




3                    4
tabela superior

Artigo 3º

Para a saída de partida as bolas coloridas serão agrupadas aleatoriamente, unidas entre si com formato de "triângulo", tendo a sua “base”, com 5 bolas, voltada para a tabela superior, e o vértice oposto, sem uma bola, posicionado sobre a marca superior. A tacadeira poderá ser colocada em qualquer ponto da área de saída.

Artigo 4

A saída da primeira partida de um jogo será decidida por sorteio e quem ganhar escolherá qual jogador sairá. As saídas das partidas seguintes serão de direito do vencido na partida imediatamente anterior, que poderá jogar ou passar a saída.

Artigo 5º

A tacada de saída visará qualquer das bolas numeradas agrupadas.

Artigo 6º

A bola encaçapada na saída de partida identificará o grupo de bolas de domínio do jogador ativo, par ou ímpar, ficando o outro grupo de domínio do adversário.

Artigo 7º

Se na saída forem encaçapadas duas ou mais bolas de grupos diferentes, o jogador ativo escolherá qual grupo será de seu domínio, declarando a opção antes da tacada seguinte, e nenhuma das bolas voltará ao jogo.

Artigo 8º 

Não converter nenhuma bola na tacada de saída faculta ao adversário escolher o grupo que será de seu domínio, declarando a opção antes da tacada seguinte, a partir das posições resultantes.

Artigo 9º

Ocorrendo suicídio na tacada de saída, encaçapando ou não outra(s) bola(s):
1.    a ação na tacada passa ao adversário, que jogará com a tacadeira colocada na área de saída;
2.    o jogador em ação terá o direito de identificar o seu grupo de domínio, jogando com as bolas nas posições resultantes;
3.    as bolas encaçapadas, do grupo não escolhido, portanto do oponente, retornarão ao jogo.

Artigo 10º

Identificados os grupos dos jogadores, cada um deverá praticar as tacadas seguintes atingindo primeira ou simultaneamente bolas do grupo de seu domínio, tendo por objetivo a defesa ou encaçapar regularmente uma ou mais bolas do próprio grupo.

Artigo 11º

Encaçapando regularmente uma ou mais bolas o jogador continua com direito à ação da tacada. Perderá esse direito, passando-o ao seu adversário, o jogador que:

1)    cometer falta;
2)    não encaçapar bola e/ou;
3)    encaçapar bola que não seja do seu grupo.

Artigo 12º

São válidas as bolas do próprio grupo encaçapadas "por telefone", em tacada realizada na bola de seu grupo, mesmo com ação de qualquer outra bola entre elas.

Artigo 13º

Converter a bola tacadeira (suicidar), ou lança-la para fora do campo de jogo durante a partida, constitui falta e:
1.    ela voltará ao jogo colocada na marca inferior;
2.    se existir obstáculo de outra(s) bola(s), o jogador em ação identificará outro ponto, o mais próximo possível da marca inferior e dentro da área de saída.

Artigo 14º

Cometer qualquer falta implica nas penalidades:
a.    a bola de menor valor do grupo de domínio do adversário beneficiado será retirada do jogo;
b.    o jogador ativo perde o direito à tacada, que passa ao seu oponente; e,
c.    o jogador beneficiado poderá jogar ou passar a tacada ao adversário.

Artigo 15º

As bolas convertidas com falta:
a.    não retornam ao jogo quando do grupo do adversário; ou,
b.    retornam ao jogo se do grupo do penalizado.

Artigo 16º

Para jogar visando bola de seu grupo não será necessário cantar:

a)    a bola ou a caçapa visada;
b)    as tabelas usadas para obter desvios nos deslocamentos de bolas e/ou os repiques, mesmo quando ocorrendo em bola do grupo do adversário.

Artigo 17º

Quando determinado voltarão ao jogo as bolas dele retiradas irregularmente, sendo recolocadas “coladas” no ponto central da tabela imediatamente à direita (“de quem a retira”) da caçapa em que foi convertida. Quando forem lançadas para fora do campo de jogo, retornarão em igual posição, na tabela superior.

Artigo 18º - a

Quando mais de uma bola retornam simultaneamente ao jogo, serão recolocadas na mesma forma determinada no Artigo 17, centralizadas e coladas entre si ao longo da tabela determinada.

Artigo 18º - b

A bola convertida que retorna ao campo de jogo pela sua própria impulsão, por imperfeição da caçapa, é considerada como não encaçapada.

Artigo 19º

Serão respectivamente enquadradas e penalizadas;

A)    como falta técnica: as faltas previstas como tal, cometidas em jogo e originadas por imperícia, incidente ou desatenção não intencional às regras e desprovidas de dolo ou malícia.

§ primeiro - pena para a falta técnica: as respectivamente previstas.

B)    como falta disciplinar:
1.    perturbar intencionalmente o adversário, árbitro, auxiliares, dirigentes, comissários ou assistentes, mesmo que com simples perguntas, se inadequadas e não pertinentes;
2.    dialogar com pessoas não envolvidas diretamente com o jogo, mesmo que para assuntos particulares, salvo quando autorizado previamente;
3.    praticar falta deliberada e intencionalmente e/ou praticar jogada dolosa, buscando obter benefício ilícito e/ou proporcionar dificuldades indevidas ao adversário;
4.    interromper ou retardar intencionalmente e sem motivo justo a própria tacada ou a do adversário;
5.    deixar o ambiente do seu jogo sem autorização do árbitro;
6.    comportar-se e/ou posicionar-se em torno da mesa, de maneira que perturbe ou atrapalhe intencionalmente a jogada do oponente;
7.    entre partidas e/ou após encerramento de jogo, manipular ou dar tacadas em bolas, por qualquer motivo; e,
8.    demorar excessivamente, além de tempo considerado normal, para executar sua tacada.

§ segundo - pena para a falta disciplinar:
1.    primeira ocorrência, enquadramento como falta normal de jogo (técnica);
2.    na reincidência, perda do jogo.

C)    como falta grave:
1.    praticar ato e/ou comportamento que venham ferir a ética ou moral de entidades ou terceiros;
2.    agredir fisicamente ou oralmente qualquer pessoa ou entidade.

§ terceiro - pena para a falta grave: perda do jogo.

Artigo 20º

Na ocorrência de falta disciplinar “provável”, de evidência não marcante, é facultado ao árbitro praticar uma advertência informal, sem aplicação de penalidades, se assim o julgar coerente e conveniente.

Artigo 21º

Além das especificamente determinadas, são enquadrados como falta:

a)    converter bola do grupo do adversário;
b)    executar tacada usando qualquer objeto ou parte do taco que não seja a sua sola;
c)    a tacadeira não tocar primeiramente em uma bola do grupo de domínio próprio;
d)    suicidar (encaçapar a tacadeira);
e)    conduzir a tacadeira ("carretão");
f)    tocar na tacadeira mais de uma vez ("bitoque");
g)    tocar ou movimentar indevidamente qualquer bola, de qualquer maneira, exceto pela tacada na branca;
h)    jogar sem ter algum contato com o solo;
i)    jogar com qualquer bola ainda em movimento;
j)    jogar com a tacadeira fora da posição determinada, na saída ou quando ao jogo retorna;
k)    lançar qualquer bola para fora do campo de jogo;
l)    usar bola numerada para a tacada;
m)    intencionalmente provocar um "salto" em qualquer bola;
n)    praticar falta disciplinar e/ou falta grave.

Artigo 22º

As faltas por "bitoque" e/ou "condução", além das penalidades normais, serão agravadas colocando "colada" no ponto central da tabela superior uma das bolas do grupo do penalizado, a escolha do beneficiado.

Artigo 23º

Não haverá falta quando uma bola "colada" à tacadeira se movimentar sem toque, por defeito da mesa ou tecido.

Artigo 24º

Nas faltas que originem toques e movimentos indevidos em bolas, estas permanecerão nas novas posições.

Artigo 25º

Ocorrendo movimentos involuntários e/ou toques em bolas, provocados por acidentes e/ou fatores estranhos ao jogo, contra a vontade do jogador, e que por isso não originem faltas, o árbitro voltará as bolas movimentadas às suas posições originais, o mais fielmente possível, mesmo que encaçapadas, e o jogador repetirá a tacada anteriormente pretendida.

Artigo 26º

Se for impossível a recolocação das bolas nas suas posições originais aproximadas, a partida será considerada nula e reiniciada sem penalidades, prevalecendo a decisão do árbitro.

Artigo 27º

Se, por vibração ou interferência estranha ao jogo, vier a ser convertida a bola que permanecia parada na "boca de caçapa", ela será recolocada na posição original, o mais fielmente possível, e o jogador ativo prosseguirá na sua ação.

Artigo 28º

Exceto com o seu próprio taco, e sem apoia-lo além do uso das mãos, é proibido medir e/ou calcular distâncias e/ou ângulos, bem como fazer quaisquer marcas na mesa e campo de jogo, atos enquadrados como falta disciplinar.

Artigo 29º

É proibido o uso e porte de cigarro, acesos ou não, durante as jogadas. Nas tabelas das mesas será permitido a colocação do giz para solas, apenas do jogador em ação.

Artigo 30º

A partida terminará quando:

a)    o considerado vencedor encaçapar regularmente a última bola em jogo, do grupo de seu domínio;
b)    o vencido cometer uma falta, estando em jogo apenas uma bola do adversário;
c)    o considerado derrotado cometer duas faltas disciplinares;
d)    o considerado derrotado cometer uma falta grave.

 

 


Cortesia da Confederação Brasileira de Bilhar e Sinuca

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